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Como só pude ver “Gone Girl” uns dias depois da estreia, já terei sido levado pela reacção entusiástica de amigos (e houve quem tenha gostado muito). Não sei se me fez gostar mais do filme (acho que teria gostado de qualquer maneira), mas fez-me vê-lo de uma maneira diferente. Aqui jaz a crítica.

Como só pude ver “Gone Girl” uns dias depois da estreia, já terei sido levado pela reacção entusiástica de amigos (e houve quem tenha gostado muito). Não sei se me fez gostar mais do filme (acho que teria gostado de qualquer maneira), mas fez-me vê-lo de uma maneira diferente. Aqui jaz a crítica.

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Já no final de Setembro, o Ricardo Vieira Lisboa e eu recebemos no 39 Degraus, o bar da Cinemateca, Pedro Borges, distribuidor (na Midas) e agora exibidor (no Cinema Ideal), para mais umas “Conversas à Pala”, que abordaram não só a reabertura do sala de cinema na Rua do Loreto como a visão de Borges sobre a Cinemateca, os festivais e os preços de bilhetes. 

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Em Setembro, conversámos (e cantámos, ouça-se o genérico) sobre o último Clint Eastwood, “Jersey Boys”. É a nova versão do “Filme Falado” no À pala de Walsh, dedicado agora às estreias mais assinaláveis de cada mês.

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Esta semana, escrevo sobre a mais pequena das versões da adaptação que João Botelho fez de “Os Maias” de Eça de Queiroz, justamente aquela que estará na maioria dos cinemas. Haverá outras duas: um director’s cut que será exibido no Cinema Ideal e uma mini-série que passará na RTP: O meu texto trata apenas das qualidades e defeitos da que vi e pode não valer para as outras. 

Esta semana, escrevo sobre a mais pequena das versões da adaptação que João Botelho fez de “Os Maias” de Eça de Queiroz, justamente aquela que estará na maioria dos cinemas. Haverá outras duas: um director’s cut que será exibido no Cinema Ideal e uma mini-série que passará na RTP: O meu texto trata apenas das qualidades e defeitos da que vi e pode não valer para as outras. 

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Setembro marca o regresso às aulas, o regresso de Woody Allen (que continua a lançar um filme por ano) e o meu regresso às críticas das estreias. Início, assim, o “novo ano” com “Magic in the Moonlight”, mais um Woody Allen menor a juntar a todos os os outros que têm surgido na última década e meia. A minha crítica pode ser aqui.

Setembro marca o regresso às aulas, o regresso de Woody Allen (que continua a lançar um filme por ano) e o meu regresso às críticas das estreias. Início, assim, o “novo ano” com “Magic in the Moonlight”, mais um Woody Allen menor a juntar a todos os os outros que têm surgido na última década e meia. A minha crítica pode ser aqui.

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Esta semana, saiu um artigo meu sobre António da Cunha Telles, o homem que queria ser realizador (e foi) mas ficará na história do cinema português como o grande responsável pela existência do Cinema Novo (de que foi o primeiro produtor e no qual investiu do próprio dinheiro). Além disso, foi distribuidor, exibidor, acabou com a Censura, esteve à frente do Instituto Português de Cinema e da Tóbis. 
*fotografia de Rui Gaudêncio

Esta semana, saiu um artigo meu sobre António da Cunha Telles, o homem que queria ser realizador (e foi) mas ficará na história do cinema português como o grande responsável pela existência do Cinema Novo (de que foi o primeiro produtor e no qual investiu do próprio dinheiro). Além disso, foi distribuidor, exibidor, acabou com a Censura, esteve à frente do Instituto Português de Cinema e da Tóbis. 

*fotografia de Rui Gaudêncio

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Estreou-se finalmente “The Immigrant”, o mais recente filme de James Gray, sobre o qual escrevi no À pala de Walsh, naquele que é o meu 100.º texto para o nosso site. Aqui.

Estreou-se finalmente “The Immigrant”, o mais recente filme de James Gray, sobre o qual escrevi no À pala de Walsh, naquele que é o meu 100.º texto para o nosso site. Aqui.

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Passado um ano, voltámos aos vídeos no À pala de Walsh, numa nova rubrica intitulada FILME FETICHE. A curadora da primeira edição foi a Sabrina, que também é a protagonista do meu vídeo-contributo “Sabrina come quatro brigadeiros menos um” (evidentemente inspirado em “Andy Warhol eating a hamburger”). Todos os vídeos podem ser vistos aqui e o texto que os acompanha, escrito pela Sabrina, aqui.

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A última obra de Kelly Reichardt, “Night Moves”, estreou-se ontem, depois de ter sido exibida na sessão de abertura do Curtas Vila do Conde. É o filme mais dramático, mais rico em peripécias da realizadora americana (até porque se aproxima do thriller), embora mantenha a secura e singeleza habituais. Escrevo sobre o dito aqui. 

A última obra de Kelly Reichardt, “Night Moves”, estreou-se ontem, depois de ter sido exibida na sessão de abertura do Curtas Vila do Conde. É o filme mais dramático, mais rico em peripécias da realizadora americana (até porque se aproxima do thriller), embora mantenha a secura e singeleza habituais. Escrevo sobre o dito aqui

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Quem anda distraído ou não segue o À pala de Walsh (uma lástima - uma lástima não se seguir o À pala de Walsh; o À pala de Walsh não é uma lástima), não sabe que no último mês andámos a publicar o nosso dossier sobre João Bénard da Costa (outra lástima - outra lástima não saber que andámos a publicar um dossier sobre João Bénard da Costa, não o próprio dossier, que é muito bom). Intitulámo-lo “Os Filhos de Bénard”, porque nos sentimos como tal. O Carlos no seu lindíssimo texto explica porquê. A minha experiência é muito semelhante à dele. Embora já gostasse muito de cinema antes de ter lido Bénard da Costa, ele foi o meu pai cinéfilo (o pai da minha cinefilia). Não consigo dizer quantas vezes folheei e li, ao calhas, de seguida, de trás para a frente, “Os Filmes da Minha Vida/Os Meus Filmes da Vida” e “Muito Lá de Casa”, verdadeiras bíblias cá de casa e de onde eu estiver (para onde quer que vá). Lembro-me mal das primeiras vezes que o li, nas páginas d’O Independente que o meu pai comprava às sextas, mas sei que depressa passou a ser leitura obrigatória, compulsiva, determinante. Eu sou quem sou por causa de João Bénard da Costa e, tirando familiares e amigos mais chegados, não posso escrever isso sobre quase ninguém, apenas de Lou Reed. É óbvio que muita outra gente me influenciou (ainda bem). Não assim, não desta maneira, que me fazia tentar copiar o estilo e adoptar a maneira de pensar nas minhas primeiras tentativas de escrever textos sobre cinema (acho que ainda se nota). Nunca o conheci pessoalmente, vi-o algumas vezes, uma delas, estava eu sentado nas escadas para os cinema do Monumental, disse-lhe onde podia ir comprar tabaco, era lá em baixo, na tabacaria. Só que nunca lhe pôde agradecer. (Nunca quis, por vergonha, e agora é tarde).
Foi um prazer (uma necessidade) participar no dossier, com um texto meio parvo sobre a carreira de Duarte de Almeida, o nome artístico de Bénard da Costa enquanto actor de filmes, e com a “Conversa à Pala” que o Carlos e eu mantivemos com Manuel S. Fonseca, que o conheceu tão bem e tão bonitas palavras teve a dizer sobre ele (ver no vídeo). Foi a maneira que encontrei (que encontrámos), a possível, para lhe agradecer.

Muito obrigado por tudo, João Bénard da Costa.

Quem anda distraído ou não segue o À pala de Walsh (uma lástima - uma lástima não se seguir o À pala de Walsh; o À pala de Walsh não é uma lástima), não sabe que no último mês andámos a publicar o nosso dossier sobre João Bénard da Costa (outra lástima - outra lástima não saber que andámos a publicar um dossier sobre João Bénard da Costa, não o próprio dossier, que é muito bom). Intitulámo-lo “Os Filhos de Bénard”, porque nos sentimos como tal. O Carlos no seu lindíssimo texto explica porquê. A minha experiência é muito semelhante à dele. Embora já gostasse muito de cinema antes de ter lido Bénard da Costa, ele foi o meu pai cinéfilo (o pai da minha cinefilia). Não consigo dizer quantas vezes folheei e li, ao calhas, de seguida, de trás para a frente, “Os Filmes da Minha Vida/Os Meus Filmes da Vida” e “Muito Lá de Casa”, verdadeiras bíblias cá de casa e de onde eu estiver (para onde quer que vá). Lembro-me mal das primeiras vezes que o li, nas páginas d’O Independente que o meu pai comprava às sextas, mas sei que depressa passou a ser leitura obrigatória, compulsiva, determinante. Eu sou quem sou por causa de João Bénard da Costa e, tirando familiares e amigos mais chegados, não posso escrever isso sobre quase ninguém, apenas de Lou Reed. É óbvio que muita outra gente me influenciou (ainda bem). Não assim, não desta maneira, que me fazia tentar copiar o estilo e adoptar a maneira de pensar nas minhas primeiras tentativas de escrever textos sobre cinema (acho que ainda se nota). Nunca o conheci pessoalmente, vi-o algumas vezes, uma delas, estava eu sentado nas escadas para os cinema do Monumental, disse-lhe onde podia ir comprar tabaco, era lá em baixo, na tabacaria. Só que nunca lhe pôde agradecer. (Nunca quis, por vergonha, e agora é tarde).

Foi um prazer (uma necessidade) participar no dossier, com um texto meio parvo sobre a carreira de Duarte de Almeida, o nome artístico de Bénard da Costa enquanto actor de filmes, e com a “Conversa à Pala” que o Carlos e eu mantivemos com Manuel S. Fonseca, que o conheceu tão bem e tão bonitas palavras teve a dizer sobre ele (ver no vídeo). Foi a maneira que encontrei (que encontrámos), a possível, para lhe agradecer.

Muito obrigado por tudo, João Bénard da Costa.