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Entretanto, escrevi para a DIF um pequeno texto sobre o desaparecimento das salas de cinema (e especificamente das salas com cinema pornográfico) do centro de Lisboa, tendo como mote a iminente abertura do Cinema Ideal, ao Camões. O texto está na página 26 da última edição da revista. 

Entretanto, escrevi para a DIF um pequeno texto sobre o desaparecimento das salas de cinema (e especificamente das salas com cinema pornográfico) do centro de Lisboa, tendo como mote a iminente abertura do Cinema Ideal, ao Camões. O texto está na página 26 da última edição da revista

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Já tinha dado um lamiré sobre “The Grand Budapest Hotel” (página 14) muito antes de o ter visto, agora escrevo com conhecimento de causa. Gostei muito do filme (e tento explicar porquê), ainda assim, parece-me que Luís Miguel Oliveira poderá ter razão em relação a uma possível timburtonização de Anderson (quanto à acumulação tem de certeza, embora isso não tenha de ser necessariamente mau). Espero que não. 

Já tinha dado um lamiré sobre “The Grand Budapest Hotel” (página 14) muito antes de o ter visto, agora escrevo com conhecimento de causa. Gostei muito do filme (e tento explicar porquê), ainda assim, parece-me que Luís Miguel Oliveira poderá ter razão em relação a uma possível timburtonização de Anderson (quanto à acumulação tem de certeza, embora isso não tenha de ser necessariamente mau). Espero que não. 

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Apesar de não tocar há mais de uma década, John Lurie editou este ano novo disco (com temas antigos, é claro, dois deles inéditos) da John Lurie National Orchestra, uma banda paralela aos Lounge Lizards, que contava apenas com o saxofone de Lurie, a bateria de Calvin Weston e a percussão de Billy Martin. O disco chama-se “The Invention of Animals” e escrevi sobre ele aqui. Para se perceber o que era a John Lurie National Orchestra, deixo aqui este registo ao vivo na Polónia. Vale a pena ouvir.

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"Sei Lá" de Joaquim Leitão, baseado no romance homónimo de Margarida Rebelo Pinto, estreou-se esta semana. Escrevi sobre o filme, encontrando, por entre as debilidades do argumento, qualidades na realização. 

"Sei Lá" de Joaquim Leitão, baseado no romance homónimo de Margarida Rebelo Pinto, estreou-se esta semana. Escrevi sobre o filme, encontrando, por entre as debilidades do argumento, qualidades na realização. 

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Na semana passada, o Luís Mendonça e eu entrevistámos a actriz Joana de Verona, sobre os vários filmes de diversos e consagrados realizadores portugueses (e não só) em que já entrou apesar da sua idade. As quintas “Conversas à Pala”, para variar (e talvez para ficar), tiveram lugar no Restaurante-Bar 39 Degraus, do outro lado do pátio do primeiro andar da Cinemateca. 

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Tem sido através das edições de autor e das editoras pequenas que tem saído alguma da melhor música portuguesa (aquela que antigamente ficava à porta das grandes editoras). “Está Tudo Bem” dos Gás Magenta, rock adulto e astuto, é um bom exemplo disso. Escrevi sobre álbum aqui.

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Para esta edição da minha crónica “Em Série”, resolvi escrever sobre “True Detective”, que muito tem dado que falar e motivou alguns elogios exagerados, assim como as naturais respostas dos que desconfiam dessas ondas. Eu, ainda que tenha visto a série com agrado, não consigo colocá-la entre as maiores (e desconfio cada vez mais da suposta “Idade de Ouro” televisiva que se vive). A minha crónica pode ser lida aqui. 

Para esta edição da minha crónica “Em Série”, resolvi escrever sobre “True Detective”, que muito tem dado que falar e motivou alguns elogios exagerados, assim como as naturais respostas dos que desconfiam dessas ondas. Eu, ainda que tenha visto a série com agrado, não consigo colocá-la entre as maiores (e desconfio cada vez mais da suposta “Idade de Ouro” televisiva que se vive). A minha crónica pode ser lida aqui

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Já foram há bem mais de um mês, mas deixo aqui o primeiro vídeo das quartas “Conversas à Pala”, que apresentei com o Ricardo Vieira Lisboa e tiveram como convidado José Fonseca e Costa. A conversa, que acabou por ser um quase monólogo do realizador português, também porque não o quisemos interromper, deambulou da sua infância em Angola para os diferentes directores de fotografias com quem trabalhou. 

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Na Sopa de Planos de Março, dedicada ao Sol, escolhi esta imagem óbvia do filme de King Vidor (ou David O. Selznick). Para se perceber porquê, basta ler o texto.  

Na Sopa de Planos de Março, dedicada ao Sol, escolhi esta imagem óbvia do filme de King Vidor (ou David O. Selznick). Para se perceber porquê, basta ler o texto.  

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"O Fio do Horizonte" de Fernando Lopes passa hoje na Cinemateca às 21h30. Aproveitei a ocasião para escrever sobre aquele que é um dos meus filmes preferidos.