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Esta semana, escrevo sobre a mais pequena das versões da adaptação que João Botelho fez de “Os Maias” de Eça de Queiroz, justamente aquela que estará na maioria dos cinemas. Haverá outras duas: um director’s cut que será exibido no Cinema Ideal e uma mini-série que passará na RTP: O meu texto trata apenas das qualidades e defeitos da que vi e pode não valer para as outras. 

Esta semana, escrevo sobre a mais pequena das versões da adaptação que João Botelho fez de “Os Maias” de Eça de Queiroz, justamente aquela que estará na maioria dos cinemas. Haverá outras duas: um director’s cut que será exibido no Cinema Ideal e uma mini-série que passará na RTP: O meu texto trata apenas das qualidades e defeitos da que vi e pode não valer para as outras. 

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Setembro marca o regresso às aulas, o regresso de Woody Allen (que continua a lançar um filme por ano) e o meu regresso às críticas das estreias. Início, assim, o “novo ano” com “Magic in the Moonlight”, mais um Woody Allen menor a juntar a todos os os outros que têm surgido na última década e meia. A minha crítica pode ser aqui.

Setembro marca o regresso às aulas, o regresso de Woody Allen (que continua a lançar um filme por ano) e o meu regresso às críticas das estreias. Início, assim, o “novo ano” com “Magic in the Moonlight”, mais um Woody Allen menor a juntar a todos os os outros que têm surgido na última década e meia. A minha crítica pode ser aqui.

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Esta semana, saiu um artigo meu sobre António da Cunha Telles, o homem que queria ser realizador (e foi) mas ficará na história do cinema português como o grande responsável pela existência do Cinema Novo (de que foi o primeiro produtor e no qual investiu do próprio dinheiro). Além disso, foi distribuidor, exibidor, acabou com a Censura, esteve à frente do Instituto Português de Cinema e da Tóbis. 
*fotografia de Rui Gaudêncio

Esta semana, saiu um artigo meu sobre António da Cunha Telles, o homem que queria ser realizador (e foi) mas ficará na história do cinema português como o grande responsável pela existência do Cinema Novo (de que foi o primeiro produtor e no qual investiu do próprio dinheiro). Além disso, foi distribuidor, exibidor, acabou com a Censura, esteve à frente do Instituto Português de Cinema e da Tóbis. 

*fotografia de Rui Gaudêncio

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Estreou-se finalmente “The Immigrant”, o mais recente filme de James Gray, sobre o qual escrevi no À pala de Walsh, naquele que é o meu 100.º texto para o nosso site. Aqui.

Estreou-se finalmente “The Immigrant”, o mais recente filme de James Gray, sobre o qual escrevi no À pala de Walsh, naquele que é o meu 100.º texto para o nosso site. Aqui.

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Passado um ano, voltámos aos vídeos no À pala de Walsh, numa nova rubrica intitulada FILME FETICHE. A curadora da primeira edição foi a Sabrina, que também é a protagonista do meu vídeo-contributo “Sabrina come quatro brigadeiros menos um” (evidentemente inspirado em “Andy Warhol eating a hamburger”). Todos os vídeos podem ser vistos aqui e o texto que os acompanha, escrito pela Sabrina, aqui.

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A última obra de Kelly Reichardt, “Night Moves”, estreou-se ontem, depois de ter sido exibida na sessão de abertura do Curtas Vila do Conde. É o filme mais dramático, mais rico em peripécias da realizadora americana (até porque se aproxima do thriller), embora mantenha a secura e singeleza habituais. Escrevo sobre o dito aqui. 

A última obra de Kelly Reichardt, “Night Moves”, estreou-se ontem, depois de ter sido exibida na sessão de abertura do Curtas Vila do Conde. É o filme mais dramático, mais rico em peripécias da realizadora americana (até porque se aproxima do thriller), embora mantenha a secura e singeleza habituais. Escrevo sobre o dito aqui

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Quem anda distraído ou não segue o À pala de Walsh (uma lástima - uma lástima não se seguir o À pala de Walsh; o À pala de Walsh não é uma lástima), não sabe que no último mês andámos a publicar o nosso dossier sobre João Bénard da Costa (outra lástima - outra lástima não saber que andámos a publicar um dossier sobre João Bénard da Costa, não o próprio dossier, que é muito bom). Intitulámo-lo “Os Filhos de Bénard”, porque nos sentimos como tal. O Carlos no seu lindíssimo texto explica porquê. A minha experiência é muito semelhante à dele. Embora já gostasse muito de cinema antes de ter lido Bénard da Costa, ele foi o meu pai cinéfilo (o pai da minha cinefilia). Não consigo dizer quantas vezes folheei e li, ao calhas, de seguida, de trás para a frente, “Os Filmes da Minha Vida/Os Meus Filmes da Vida” e “Muito Lá de Casa”, verdadeiras bíblias cá de casa e de onde eu estiver (para onde quer que vá). Lembro-me mal das primeiras vezes que o li, nas páginas d’O Independente que o meu pai comprava às sextas, mas sei que depressa passou a ser leitura obrigatória, compulsiva, determinante. Eu sou quem sou por causa de João Bénard da Costa e, tirando familiares e amigos mais chegados, não posso escrever isso sobre quase ninguém, apenas de Lou Reed. É óbvio que muita outra gente me influenciou (ainda bem). Não assim, não desta maneira, que me fazia tentar copiar o estilo e adoptar a maneira de pensar nas minhas primeiras tentativas de escrever textos sobre cinema (acho que ainda se nota). Nunca o conheci pessoalmente, vi-o algumas vezes, uma delas, estava eu sentado nas escadas para os cinema do Monumental, disse-lhe onde podia ir comprar tabaco, era lá em baixo, na tabacaria. Só que nunca lhe pôde agradecer. (Nunca quis, por vergonha, e agora é tarde).
Foi um prazer (uma necessidade) participar no dossier, com um texto meio parvo sobre a carreira de Duarte de Almeida, o nome artístico de Bénard da Costa enquanto actor de filmes, e com a “Conversa à Pala” que o Carlos e eu mantivemos com Manuel S. Fonseca, que o conheceu tão bem e tão bonitas palavras teve a dizer sobre ele (ver no vídeo). Foi a maneira que encontrei (que encontrámos), a possível, para lhe agradecer.

Muito obrigado por tudo, João Bénard da Costa.

Quem anda distraído ou não segue o À pala de Walsh (uma lástima - uma lástima não se seguir o À pala de Walsh; o À pala de Walsh não é uma lástima), não sabe que no último mês andámos a publicar o nosso dossier sobre João Bénard da Costa (outra lástima - outra lástima não saber que andámos a publicar um dossier sobre João Bénard da Costa, não o próprio dossier, que é muito bom). Intitulámo-lo “Os Filhos de Bénard”, porque nos sentimos como tal. O Carlos no seu lindíssimo texto explica porquê. A minha experiência é muito semelhante à dele. Embora já gostasse muito de cinema antes de ter lido Bénard da Costa, ele foi o meu pai cinéfilo (o pai da minha cinefilia). Não consigo dizer quantas vezes folheei e li, ao calhas, de seguida, de trás para a frente, “Os Filmes da Minha Vida/Os Meus Filmes da Vida” e “Muito Lá de Casa”, verdadeiras bíblias cá de casa e de onde eu estiver (para onde quer que vá). Lembro-me mal das primeiras vezes que o li, nas páginas d’O Independente que o meu pai comprava às sextas, mas sei que depressa passou a ser leitura obrigatória, compulsiva, determinante. Eu sou quem sou por causa de João Bénard da Costa e, tirando familiares e amigos mais chegados, não posso escrever isso sobre quase ninguém, apenas de Lou Reed. É óbvio que muita outra gente me influenciou (ainda bem). Não assim, não desta maneira, que me fazia tentar copiar o estilo e adoptar a maneira de pensar nas minhas primeiras tentativas de escrever textos sobre cinema (acho que ainda se nota). Nunca o conheci pessoalmente, vi-o algumas vezes, uma delas, estava eu sentado nas escadas para os cinema do Monumental, disse-lhe onde podia ir comprar tabaco, era lá em baixo, na tabacaria. Só que nunca lhe pôde agradecer. (Nunca quis, por vergonha, e agora é tarde).

Foi um prazer (uma necessidade) participar no dossier, com um texto meio parvo sobre a carreira de Duarte de Almeida, o nome artístico de Bénard da Costa enquanto actor de filmes, e com a “Conversa à Pala” que o Carlos e eu mantivemos com Manuel S. Fonseca, que o conheceu tão bem e tão bonitas palavras teve a dizer sobre ele (ver no vídeo). Foi a maneira que encontrei (que encontrámos), a possível, para lhe agradecer.

Muito obrigado por tudo, João Bénard da Costa.

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Escrevi sobre “Cinema Ideal e a Casa da Imprensa” de Maria do Carmo Piçarra, que, como o título indicia, se divide em duas partes. A que trata da relação da Casa da Imprensa com o cinema é bem interessante e compensa a sobre o Salão Ideal, que é feita meio a despachar. A minha crítica pode ser lida aqui. 

Escrevi sobre “Cinema Ideal e a Casa da Imprensa” de Maria do Carmo Piçarra, que, como o título indicia, se divide em duas partes. A que trata da relação da Casa da Imprensa com o cinema é bem interessante e compensa a sobre o Salão Ideal, que é feita meio a despachar. A minha crítica pode ser lida aqui

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No Em Série deste mês, escrevo sobre o “Fargo” que não é dos Coen, comparando com o que é. Aqui.

No Em Série deste mês, escrevo sobre o “Fargo” que não é dos Coen, comparando com o que é. Aqui.

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Esta semana, estreia-se em Portugal “Tom à la ferme”, o penúltimo filme de Xavier Dolan (o último, “Mommy”, passou em Cannes e recebeu o prémio do júri ex-aequo com o novo Godard, o que gerou alguma polémica). Escrevo sobre o dito aqui. 

Esta semana, estreia-se em Portugal “Tom à la ferme”, o penúltimo filme de Xavier Dolan (o último, “Mommy”, passou em Cannes e recebeu o prémio do júri ex-aequo com o novo Godard, o que gerou alguma polémica). Escrevo sobre o dito aqui